O método existe porque a fonte pode ser conferida — e a peça mais importante desse desenho é você. Uma IA pode errar mesmo seguindo o método corretamente: modelos de linguagem inventam, APIs oficiais às vezes devolvem dado estranho, e um número plausível pode estar errado. A boa notícia é que o extrato foi feito para ser checável linha por linha. Esta página ensina a ler um extrato com olhar crítico — a desconfiar na hora certa e a confirmar em segundos.
A regra de ouro: clique na fonte
Cada afirmação de um bom extrato traz o link da fonte oficial. Esse link não é decoração — é o convite para você conferir. Se um número não tem link, não confie nele. E se tem link, o teste é simples: abra e veja se o número está mesmo lá. Se não estiver, o extrato errou — e você acabou de evitar espalhar um dado falso.
Você não precisa entender de programação para isso. O link leva a uma página oficial (da Câmara, do Senado, do Tesouro, do Portal da Transparência); o dado está ali, ou não está.
Sinais de alerta — quando desconfiar
Use como checklist: marque cada item conferido. Nada é gravado — as marcas somem quando você recarrega a página, e nenhuma informação sai do seu navegador. Para levar impressa, use a impressão do navegador (Ctrl/Cmd + P); as marcas aparecem no papel.
Os erros clássicos que a fonte revela
Por que a conferência é o seu poder
Quando você confere a fonte antes de acreditar — e antes de compartilhar —, três coisas acontecem: você não espalha um erro; você fica imune a manipulação (a sua, ou a de quem gerou o texto); e o que você leva adiante tem lastro. Um fato conferido, com o link ao lado, é uma ferramenta cívica poderosa e segura. Um número que você não checou é um risco — para o retratado, se estiver errado, e para você, que o repassou.
A IA monta o rascunho; quem valida é você. É essa divisão que torna o método confiável: não porque a máquina é infalível, mas porque a verdade está a um clique de distância.
Antes de começar: guia em 3 passos · o formato do extrato · como cobrar do jeito certo.