É de algum partido?
Não. O extrato.digital é apartidário por design — inclusive na paleta visual do site, que evita deliberadamente as cores mais associadas a espectros políticos brasileiros. O método trata qualquer mandato, de qualquer partido, do mesmo jeito.
Vocês analisam os políticos?
Não. Este site não publica nenhuma afirmação sobre nenhum parlamentar. Ele publica um método para que a sua própria IA consulte fontes oficiais e monte o retrato, sob demanda sua. Quem analisa é a fonte pública mais o seu assistente — não nós.
Por que minha IA se recusou a responder?
Provavelmente porque você pediu uma recomendação de voto, uma comparação para decidir candidatura, ou algo sobre um candidato/eleição fora do escopo do método. A metodologia instrui os agentes a recusar esse tipo de pedido — é vedação da Justiça Eleitoral a sistemas de IA, não um limite técnico. Veja Base legal e compliance.
Os números vêm de vocês?
Não. Todo número citado num extrato vem de uma fonte oficial (Câmara, Senado ou CLDF/GDF) e deve vir acompanhado do link para conferência. Este site não mantém banco de dados próprio — não há “nossos números”, só o que está publicado pelo Estado.
Posso republicar um extrato?
O conteúdo dos playbooks está sob CC BY 4.0: pode usar e adaptar, com crédito. Mas lembre-se de que o extrato em si é gerado pela sua IA, com as limitações de qualquer conteúdo gerado por IA — confira as fontes antes de republicar.
Por que não cobre candidatos?
Porque a Resolução TSE nº 23.610/2019 (com as alterações de 2026) veda recomendação eleitoral por sistemas de IA, e qualquer conteúdo sobre candidaturas caminha perigosamente perto dessa linha. A escolha de escopo — só mandatos em exercício — é deliberada, não uma limitação técnica.
Posso usar o extrato numa campanha eleitoral?
Você pode publicar o que quiser sob sua responsabilidade — mas a legislação eleitoral passa a valer para quem publica. No juízo eleitoral, a verdade do fato não é excludente automática como no juízo penal: um retrato factual usado em campanha pode ser tratado como propaganda negativa pelo efeito que produz. O método, por sua vez, recusa qualquer pedido que ligue o retrato a candidatura, pleito ou “em quem votar” — e nas janelas de silêncio de conteúdo sintético (1º a 5 de outubro e 22 a 26 de outubro de 2026) instrui a sua IA a não gerar cards, imagens, áudios ou vídeos sobre pessoas públicas, só texto com as fontes. Veja base legal.
Por que o site tem um aviso de período eleitoral?
Porque as regras mudam de peso durante a campanha, e achamos que você deve saber disso antes de usar a ferramenta — não depois. O aviso fica no ar até a diplomação (18 de dezembro de 2026) e some sozinho. No mesmo espírito, retiramos temporariamente do ar um playbook que tocava o Executivo em período eleitoral: está registrado no changelog, como tudo o mais.
Quem fiscaliza o fiscalizador?
Você. Todo o método é público e versionado: cada playbook tem uma versão citável e imutável, o changelog registra o que mudou e por quê, a saúde das fontes mostra se os endpoints oficiais estavam respondendo na última verificação, e o código do verificador trava as regras que o projeto se impôs. Se encontrar um erro — no método, num dado ou numa afirmação legal —, escreva: [email protected].
Achei um erro no método, e agora?
Escreva para [email protected] descrevendo o playbook, o passo e o que deveria ter acontecido. Veja mais em Segurança.
Quanto custa?
Nada. O método é gratuito e aberto. Você só precisa de um assistente de IA com acesso à web.